Cuidar da casa Comum

A Igreja ao serviço
da Ecologia Integral

Newsletter n.º 15 – 19 fevereiro 2020

Nas condições actuais da sociedade mundial, onde há tantas desigualdades e são cada vez mais numerosas as pessoas descartadas, privadas dos direitos humanos fundamentais, o princípio do bem comum torna-se imediatamente, como consequência lógica e inevitável, um apelo à solidariedade e uma opção preferencial pelos mais pobres. Esta opção implica tirar as consequências do destino comum dos bens da terra [LS 158]

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Boa parte dos textos propostos à sua leitura nesta newsletter prendem-se directamente com o seminário, realizado no princípio do mês, no Vaticano, sobre Novas formas de fraternidade solidária, de inclusão, integração e inovação. Na ocasião, depois de enumerar dados inaceitáveis sobre a pobreza, Francisco observou: «Devemos ter consciência de que todos somos responsáveis»; e esclareceu: «Não quer dizer que todos somos culpados. Todos somos responsáveis por fazer alguma coisa.»
Antes de mais, destacamos, porém, a conferência na igreja do Campo Grande, do ciclo intitulado “O mundo é mais do que um problema a resolver”. É que acontece hoje mesmo, pelas 21h30.
Aos textos referidos acima, sobre o discurso do Papa, a intervenção de J. Stiglitz, as propostas da directora-geral do FMI, juntámos as observações incisivas de Clara Lito, partindo de uma “normal” cena de rua, e uma entrevista de grande interesse de Viriato Soromenho-Marques. Recomendamos como sempre a página do Facebook, para mais notícias a não perder.

O mundo é mais do que um problema a resolver

conferência Campo Grande
Este ciclo de conferências na Paróquia do Campo Grande prossegue no dia 19 fevereiro com a participação de José Ribeiro e Castro e António Pinto Leite.
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Uma crise política que é também de identidade

Entrevista de Viriato Soroenho-Marques: «Em vez de uma economia que controla a política, temos de ter uma política que controle a economia.»
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Viriato Soromenho-Marques

Destino universal dos bens

Uma mulher à margem-ClaraLito
Clara Lito, aci partilhou no 7 Margens uma reflexão sobre o destino universal dos bens, que ilustra com uma cena captada numa rua de Paris.
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FMI – A economia ao serviço das pessoas

«A primeira tarefa é colocar a economia a serviço das pessoas», propõe Kristalina Georgieva, directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).
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pobreza-Etiópia

As pessoas em primeiro lugar!

as pessoas primeiro
Este é um conceito-chave para se pensar um sistema económico para uma melhor distribuição da riqueza, defende Stiglitz, prémio Nobel de Economia em 2001.
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O mundo rico pode e deve acabar com a pobreza

pilhas de moedas
O papa Francisco não esteve com meias palavras ao dirigir-se a responsáveis do sector financeiro e economistas, reunidos no Vaticano.
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