São necessários e urgentes grandes cortes nas emissões de carbono e um aumento significativo na protecção de fenómenos meteorológicos extremos, anuncia The Guardian, a propósito da cimeira decisiva a decorrer em Katowice, na Polónia.

A Cimeira das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas  iniciou-se na segunda-feira, 3 de Dezembro com um alerta de que a presente geração é a última a poder impedir um catastrófico aquecimento global, bem como a primeira a sentir os seus efeitos reais.

São quase 200 países que se encontram na Polónia durante duas semanas, a fim de chegar a um acordo que é vital para se concretizar de facto a previsão acordada em Paris (2015) de diminuir as emissões de carbono. Iniciativas para uma rápida escalada da acção seria outro objectivo importante, dado que os compromissos actuais conduzirão a um calamitoso aumento de 3º C.

As negociações desenrolar-se-ão tendo como pano de fundo notícias sombrias: os últimos quatro anos foram os mais quentes desde que há registos e as emissões globais estão outra vez a crescer, quando deviam diminuir para metade até 2030. É preciso cinco vezes mais acção tendo em vista o clima para conter o aquecimento em 1,5º C, alertam as Nações Unidas. Ler mais em inglês.